Em um dia procurando um livro interessante para alegrar as horas vadias, encontrei uma preciosa edição de uma jornalista inglesa, Keate Summerscale, na qual relata uma história real que acontecera na Inglaterra vitoriana, e como isso me encanta deveras! comprei-a. A paixão foi certeira e o nome da encantante é "As Suspeitas do Sr. Wicher." A jornalista nos conta a história real do assassinato de um menino de três anos, que fora levado de seu quarto enquanto dormia e é encontrado morto. A leitura é realmente intrigante, e o fato de a história ser real estimula a "devorar" as linhas seguintes em busca do desfecho. Guiada pela investigação de um dos mais talentosos detetives ingleses do século XIX, Jonathan Wicher, a autora em uma linguagem simples relata o acontecimento, sob a óptica jornalistica e de como o conjunto de tudo, a família inglesa e sua privacidade, a crueldade do assassinato, a investigação, a perspicácia do detetive em solucionar o crime, a pressão da sociedade na busca pelo assassino, incitava as pessoas a desvendar os mistérios envoltos da morte da pequena criança. Contudo destaco a pesquisa da jornalista que brilhantemente preocupou-se em relatar os fatos nos presenteando em sua narrativa com trechos das manchetes de jornais da época(algo de grande valor histórico). Imagina só que loucura! um trabalho que merece honras. O fato teve enorme repercussão e a forma como o detetive Wicher conduzio as investigações incentivou e inspirou grandes escritores como Charles Dikens e Arthur Conan Doyle a criarem famosos personagens da ala investigativa na literatura nomes conhecidos nossos como Sherlock Holmes.
quarta-feira, 3 de março de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
E viva a Literatura!!
Não há como se afastar do que se ama, se há algo mais prazeroso que a vida é a própria vontade de fazê-la uma eterna paixão!!! O bem que se faz é sempre feito da melhor forma, não importa a subjetividade da vida o que a torna ainda mais interessante é essa constante reviravolta. Ótimo! a minha subjetividade se resume na simplicidade das palavras.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
"Belém -Pará- Brasil"
Existe poesia que nasce como poesia, essa canção de um grupo paraense, da década de 80, que quase não ouço mais falar "Mosaico de Ravena" se transformou em uma poesia por mérito. A letra diz muito, e parece ser um desabafo crítico. Ela fala muito de valorização da cultura e também do orgulho que nós paraenses necessitamos ter dessa terra rica, linda, abençoada, pai'dégua!
Vão destruir o Ver-o-Peso
Pra construir um Shopping Center
Vão derrubar o Palacete Pinho
Pra fazer um Condomínio
Coitada da Cidade Velha,
que foi vendida pra Hollywood,
pra se usada como albergue
no novo filme do Spielberg
Quem quiser venha ver
Mas só um de cada vez
Não queremos nossos jacarés tropeçando em vocês
A culpa é da mentalidade
Criada sobre a região
Por que é que tanta gente teme?
Norte não é com M
Nossos índios não comem ninguém
Agora é só Hambúrguer
Por que ninguém nos leva a sério ?
Só o nosso minério
Quem quiser venha ver
Mas só um de cada vez
Não queremos nossos jacarés tropeçando em vocês
Aqui a gente toma guaraná
Quando não tem Coca-Cola
Chega das coisas da terra
Que o que é bom vem lá de fora
Transformados até a alma
sem cultura e opinião
O nortista só queria fazer
parte da Nação
Ah! chega de malfeituras
Ah! chega de tristes rimas
Devolvam a nossa cultura!
Queremos o Norte lá em cima!
Por quê? Onde já se viu?
Isso é Belém!
Isso é Pará!
Isso é Brasil!
Pra construir um Shopping Center
Vão derrubar o Palacete Pinho
Pra fazer um Condomínio
Coitada da Cidade Velha,
que foi vendida pra Hollywood,
pra se usada como albergue
no novo filme do Spielberg
Quem quiser venha ver
Mas só um de cada vez
Não queremos nossos jacarés tropeçando em vocês
A culpa é da mentalidade
Criada sobre a região
Por que é que tanta gente teme?
Norte não é com M
Nossos índios não comem ninguém
Agora é só Hambúrguer
Por que ninguém nos leva a sério ?
Só o nosso minério
Quem quiser venha ver
Mas só um de cada vez
Não queremos nossos jacarés tropeçando em vocês
Aqui a gente toma guaraná
Quando não tem Coca-Cola
Chega das coisas da terra
Que o que é bom vem lá de fora
Transformados até a alma
sem cultura e opinião
O nortista só queria fazer
parte da Nação
Ah! chega de malfeituras
Ah! chega de tristes rimas
Devolvam a nossa cultura!
Queremos o Norte lá em cima!
Por quê? Onde já se viu?
Isso é Belém!
Isso é Pará!
Isso é Brasil!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Se tenho a poesia em mim
Desculpe-me os realistas
Mas a frustração de um poeta
É viver a poesia em plena realidade.
Devaneios, talvez,
Mas que seria de minha louca mente
Se não fossem minhas insanas palavras
Como poderia viver...
Se necessito delas para respirar... extravasar... repelir meus medos
Amália Pércia 10/06/2009
Desculpe-me os realistas
Mas a frustração de um poeta
É viver a poesia em plena realidade.
Devaneios, talvez,
Mas que seria de minha louca mente
Se não fossem minhas insanas palavras
Como poderia viver...
Se necessito delas para respirar... extravasar... repelir meus medos
Expressar o mal que a realidade me causa?
É celebrar o bem do irreal de minhas palavras.Amália Pércia 10/06/2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
X Feira de Literatura Paraense
Acontece amanhã 27 até o dia 29 de maio de 2009 a X Feira de Literatura Paraense, realizada pelo IFPA, Instituto Federal do Pará, mais um evento que tem como objetivo valorizar a literatura paraense.
O local é o IFPA e a inscrição 1kg de alimento não perecível.
O local é o IFPA e a inscrição 1kg de alimento não perecível.
II Jirau de Literatura Paraense
Essa é a 2ª edição do Jirau de Literatura Paraense, que está com inscrições abertas até 15 de maio. A ideia é sacudir o movimento literário paraense e valorizar o trabalho de escritores que residem na região amazônica, sejam eles consagrados ou iniciantes. As obras serão expostas no período de 28 a 30 de maio, nos espaços do evento.
Os locais utilizados pelo II Jirau compreendem o Hall Ismael Nery, a Praça do Povo, a Praça do Artista e o Cine Líbero Luxardo.
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